Blog Católico Para Sempre
domingo, 24 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
(VIDEO) Veja aqui em video a diferença da Bíblia Católica e a Bíblia Protestante e veja qual é a certa
Aqui nos mostra qual a Bíblia certa e porque veja aprenda e siga ,esse video é uma grande lição .
(Texto com video de Elis Regina )Como falar com Deus ? !

40. Mas dado que o nosso conhecimento de Deus é limitado, a nossa linguagem, ao falar de Deus, também o é. 40. Mas dado que o nosso conhecimento de Deus é limitado, a nossa linguagem, ao falar de Deus, também o é. Não podemos falar de Deus senão a partir das criaturas e segundo o nosso modo humano limitado de conhecer e de pensar. Não podemos falar de Deus senão a partir das criaturas e segundo o nosso modo humano limitado de conhecer e de pensar.
41. Todas as criaturas são portadoras duma certa semelhança de Deus, muito especialmente o homem, criado à imagem e semelhança de Deus. 41. Todas são criaturas como portadoras Duma certa semelhança de Deus, muito especialmente o homem, criado à imagem e semelhança de Deus. As múltiplas perfeições das criaturas (a sua verdade, a sua bondade, a sua beleza) reflectem, pois, a perfeição infinita de Deus. Como múltiplas perfeições das criaturas (verdade que, na sua bondad, na sua beleza) reflectem, pois, uma perfeição infinita de Deus. Daí que possamos falar de Deus a partir das perfeições das suas criaturas: «porque a grandeza ea beleza das criaturas conduzem, por analogia, à contemplação do seu Autor» ( Sb 13, 5). Daí que possamos falar de Deus a partir das perfeições das suas criaturas: "porque a grandeza ea beleza das criaturas conduzem, por analogia, uma contemplação do seu autor (Sb 13, 5).
42. Deus transcende toda a criatura. 42. Deus transcende toda a criatura. Devemos, portanto, purificar incessantemente a nossa linguagem no que ela tem de limitado, de ilusório, de imperfeito, para não confundir o Deus «inefável, incompreensível, invisível, impalpável» (15) com as nossas representações humanas. Devemos, portanto, incessantemente para purificar nossa linguagem não que ela tem de limitado, de ilusório, de imperfeições, para Deus não confundar ou "inefável, incompreensível, invisível, impalpável (15) com as nossas representações humanas. As nossas palavras humanas ficam sempre aquém do mistério de Deus. Como nossas palavras humanas ficam sempre aquém Misterio de Deus.
43. Ao falar assim de Deus, a nossa linguagem exprime-se, evidentemente, de modo humano. 43. Ao falar assim de Deus, a nossa linguagem exprime-se, naturalmente, de modo humano. Mas atinge realmente o próprio Deus, sem todavia poder exprimi-Lo na sua infinita simplicidade. Nais mas realmente o próprio Deus, sem todavia poder exprime-Lo na sua infinita simplicidade. Devemos lembrar-nos de que, «entre o Criador ea criatura, não é possível notar uma semelhança sem que a dissemelhança seja ainda maior» (16), e de que «não nos é possível apreender de Deus o que Ele é, senão apenas o que Ele não é, e como se situam os outros seres em relação a Ele»(17). Devemos lembrar-nos de que, entre o Criador ea criatura, não é possível notar uma semelhança sem que uma dissemelhança seja ainda maior "(16), e de que« não nos é possível apreender de Deus o que Ele é, apenas senão O que ele não é, e como os outros seres se situam em relação a ele (17).
sábado, 25 de abril de 2009
(VIDEO DO TERRA DE MINAS )Imagem de Nossa Senhora das Graças que caiu do céu em Catas Altas da Noroega em Minas Geraes
Na igreja de Nossa Senhora do Rosário, as atenções se voltam para a imagem de Nossa Senhora das Graças. Os fiéis acreditam que um milagre levou a imagem para o local.
(TEXTO E VIDEO) São Sipriano e sua profecia sobre o fim do mundo e sobre o fim da Igreja católica

Malaquias de Armag foi contemporâneo e amigo do grande Bernardo de Claraval, fundador da poderosa ordem militar esotérica dos Templários. Este monge, que, na verdade, era um Iniciado e grande clarividente gnóstico, escreveu uma série de profecias sobre os tempos do fim. Porém, para não ser perseguido e morto, viveu discretamente entre os monges católicos.
Foram descobertos no Museu do Vaticano textos manuscritos do Malaquias, bispo irlandês do século 12, e esses textos proféticos citam o fim de nossa civilização, não como outros textos que falam de datas e catástrofes, mas fixando o número preciso de papas da igreja católica que se haveriam de suceder em Roma, desde a época que ele viveu até o fim dos tempos.
Constam essas profecias, de 112 sentenças curtas, fornecendo os caracteres dos papas católicos, desde Celestino II, em 1143, até o último pontífice, Pedro II, que ocupará o trono do Vaticano no meio de extremos sofrimentos mundiais.
Dessa vasta lista, citemos apenas os últimos 15 papas que indicam o sinal do fim dos tempos e como eles eram designados por São Malaquias:
Peregrinus Apostolicus, Aquila Rapax, De Balneis Etruriae, Crux De Cruce, Lumen In Coeluo, Ignis Ardens, Religio Depopulata, Fides Intrepida, Pastor Angelicus, Pastor Et Nauta, Flos Florum, De Medietate Lunae, De Labore Solis, Gloria Olivae E Finalmente Petrus II.