domingo, 22 de julho de 2012

Regras que ajudam a orar

Como regras básicas podemos citar as seguintes:
Faça da oração um hábito.
Procure rezar sempre no mesmo local e no mesmo horário.
Procure esvaziar a mente e se livrar de pensamentos e preocupações. Faça um pequeno “relax” mental antes de iniciar as suas orações: esvazie a mente. Respire fundo e expire lentamente. Relaxe e então inicie suas orações. Oração é uma entrega a Deus.
Use um rosário (de preferência abençoado) para controlar e dar ritmo à sua oração. Não se apresse, esqueça seus problemas.
Procure estabelecer um tempo mínimo de oração, de acordo com suas forças e possibilidades. Lenta e gradativamente tente aumentar este tempo até um patamar adequado para você.
Tenha um relógio próximo a você para controlar o seu tempo, mas evite ver a hora a cada 5 minutos. Com o tempo você mesmo saberá o tempo decorrido de oração e o momento quase que exato de encerrá-las. Ou controle o tempo pelo número de orações feitas no rosário.
Depois de suas orações repetitivas (“mântricas”) faça seus pedidos a Deus: por seus parentes e amigos, vivos ou falecidos, pelos inimigos, pelos doentes, pela Igreja e seu clero, pela paz no mundo e etc.
Poderá rezar visualizando um ícone ou de olhos fechados. Cuidado para não dormir.
A oração poderá ser realizada em pé, de joelhos, sentado ou reclinado, evite rezar deitado pois poderá levá-lo ao sono e não à oração, principalmente à noite e se você estiver com sono.
Evite horários propícios ao sono, muito tarde da noite ou muito cedo pela manhã.
Inicialmente reze verbalizando (vocalizando) a oração, só quando estiver bastante treinado e adaptado à esta forma passe para a oração mental, isto é, pense na oração, dentro de sua mente.
Não se deixe influenciar por “tratados esotéricos de meditação transcendental ou outros”, você é um cristão e deve seguir as orientações de sua religião e de seus instrutores, padres e/ou bispos.
Dúvidas tire apenas com os representantes de sua Igreja, não dê ouvido a curiosos e “experts” no assunto.
Com o tempo passe a rezar em todos os momentos disponíveis, sem que ninguém perceba, como em filas de banco, viagens de ônibus, carro ou outra qualquer. A oração de Jesus, pode e deve ser realizada incessantemente. Se você é do tipo de pessoa dispersiva não reze dirigindo para evitar acidentes.
Como a oração, com o tempo, passará a se enquadrar no seu ritmo respiratório não use incensos ou similares para auxiliar as suas orações. É desnecessário e prejudicial. Cuidado com velas e lamparinas e tome as devidas precauções para evitar acidentes e incêndios se as usar diante de seus ícones.
Procure ter ícones de Cristo, da Virgem e, se possível, do seu Santo protetor no seu local de oração, de preferência abençoados. Evite exageros não é a quantidade de ícones que vai santificá-lo, mas a qualidade de sua oração.
Se morar com outras pessoas peça aos demais moradores da sua casa que não o interrompam durante seus horários de oração. Faça-os saber dos seus horários. Se houver uma ligação telefônica peça para que anotem o recado ou liguem mais tarde. Sem dizer a quem telefonou que você está rezando, é uma questão pessoal sua. Só atenda ligações se forem em caráter de extrema urgência.
Caso haja muita dificuldade de concentração na oração monológica, então comecemos com a leitura de Salmos ou hinos e cânticos dos Ofícios divinos.
Aos domingos, feriados, dias santos e festivos também se reza: não esqueça!
Reze quando estiver triste.
Reze quando estiver alegre.
Reze para agradecer (principalmente).
Reze para pedir.
Reze pelos vivos.
Reze pelos falecidos.
Reze pelos doentes.
Reze pelos amigos.
Reze pelos inimigos.
Reze pela paz no mundo.
Reze pela Igreja e seus hierarcas.
Reze pelos aflitos e por todos os que sofrem no mundo.
Reze por aqueles que lhe pediram suas orações.
Reze por mim!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Primeira Missa Tridentina na Canção Nova

Esta primeira missa não foi transmitida, mas agora todos podem assistir os melhores momentos deste belíssimo momento na comunidade Canção Nova.
Para muitos a Canção Nova Jamais aderiria a Santa Missa de Sempre. Mas com a Graça do Senhor, isto não aconteceu, e agora podemos além da missa de hoje, assistir a Santa Missa de Sempre, que os santos e santos antes de nós assistiram.


 
"Em 2007 o Papa Bento XVI - atrevés do mutuo próprio Summorum Pontificum - concedeu aos sacerdotes do Rito Latino a permissão para celebrar a santa missa segundo Missal Romano editado pelo Beato Papa João XXIII em 1962. No Domingo, 15/07/2012 a Comunidade Canção Nova, por iniciativa de seus membros, teve a graça de participar desta Santa Missa presidida pelo sacerdote da Arquidiocese de Niterói-RJ, padre Demétrio Gomes."

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Regras básicas para ser um bom católico

De um modo simples ser católico é :

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Que cor deve ser a toalha do altar?

A Toalha do Altar deve sempre branca independente do tempo litúrgico.
Reparem nas fotos: 
1- Festa de São Sebastião, Mártir cor vermelha

2- Tempo comum, cor verde





Sacerdócio. O padre se torna outro Cristo

(Hebreus 7:25)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ex-pastor "evangélico" explica que Missa é Biblica!


S
cott Hahn compartilhando seu testemunho na Catedral de Westminster, Londres

"Ali estava eu, incógnito, um ministro protestante à paisana, esgueirando-me nos fundos de uma capela em Milwaukee para participar pela primeira vez da Missa. A curiosidade me arrastara até lá e eu ainda não tinha certeza de que fosse uma curiosidade saudável. Ao estudar os escritos dos primeiros cristãos, encontrei inúmeras referências à “liturgia”, à “Eucaristia”, ao “sacrifício”. Para aqueles primeiros cristãos, separada do acontecimento que os católicos de hoje denominam “Missa”, a Bíblia – o livro que eu mais amava – era incompreensível.

Eu queria entender os cristãos primeiros, mas não tinha nenhuma experiência de liturgia. Por isso, persuadi a mim mesmo a ir ver, como uma espécie de exercício acadêmico, mas jurando o tempo todo que não ia me ajoelhar nem participar de idolatria.

Sentei-me na obscuridade, em um banco bem no fundo daquela capela no subsolo. À minha frente havia um número considerável de fiéis, homens e mulheres de todas as idades. Impressionaram-me suas reflexões e sua evidente concentração na oração. Então um sino soou e todos se levantaram quando o padre surgiu de uma porta ao lado do altar. Hesitante, permaneci sentado. Durante anos, como calvinista evangélico, fui instruído para acreditar que a Missa era o maior sacrilégio que alguém poderia cometer. Tinha aprendido que a Missa era um ritual com o propósito de “sacrificar Jesus Cristo outra vez”. Por isso, eu seria um espectador, ficaria sentado, com a Bíblia aberta ao meu lado.

Entretanto, è medida que a Missa prosseguia, alguma coisa me tocou. A Bíblia não estava só ao meu lado. Estava diante de mim – nas palavras da Missa! Um versículo era de Isaías, outro dos Salmos, outro de Paulo. A experiência era prodigiosa. Eu queria interromper tudo e gritar: “Ei! Posso explicar o que está acontecendo a partir das Escrituras? Isso é maravilhoso!” Não obstante, mantive minha posição de espectador à parte até que ouvi o sacerdote pronunciar as palavras da consagração: “Isto é o meu corpo… Este é o cálice do meu sangue”.

Eu senti todas as minhas dúvidas se esvaírem. Quando vi o sacerdote elevar aquela hóstia branca, percebi que uma prece subiu de meu coração em um sussurro: “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”

A partir daquele ponto, fiquei, por assim dizer, tolhido. Não imaginava uma emoção maior que a que aquelas palavras provocaram em mim. Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir: “Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus”, e o sacerdote responder: “Eis o Cordeiro de Deus…”, enquanto elevava a hóstia.

Em menos de um minuto a frase “Cordeiro de Deus” ressoou quatro vezes. Graças a longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é chamado Cordeiro nada menos que vinte e oito vezes em vinte e dois capítulos. Estava na festa de núpcias que João descreve no final do último livro da Bíblia. Estava diante do trono do Céu, onde Jesus é saudado para sempre como o Cordeiro. Entretanto, não estava preparado para isso – eu estava na Missa!


Voltei à Missa no dia seguinte e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu “descobria” mais passagens das Escrituras consumadas diante dos meus olhos. Contudo, naquela capela escura, nenhum livro me era tão visível quanto o da revelação de Jesus Cristo, o Apocalipse, que descreve a adoração dos anjos e santos do Céu. Como nesse livro, vi, naquela capela, sacerdotes paramentados, um altar, uma assembléia que entoava: “santo, santo, santo”. Vi a fumaça de incenso, ouvi a invocação de anjos e santos; eu mesmo entoava os aleluias, pois me sentia cada vez mais atraído a essa adoração. Continuei a me sentar no último banco com minha Bíblia e mal sabia para onde me voltar – para a ação no Apocalipse ou para a ação no altar, que pareciam cada vez mais ser exatamente a mesma.

Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros bispos, os Padres da Igreja, tinham feito a mesma “descoberta” que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da liturgia e a liturgia a chave do livro do Apocalipse. Alguma coisa intensa aconteceu com o estudioso e crente que eu era. O livro da Bíblia que eu achava mais desconcertante – o do Apocalipse – agora elucidava as idéias mais fundamentais de minha fé: a idéia da aliança como elo sagrado da família de Deus. Além disso, a ação que eu considerava a maior das blasfêmias – a Missa – agora se revelava o acontecimento que ratificou a aliança de Deus: “Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança”.

Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Durante anos tentei compreender o livro do Apocalipse como uma espécie de mensagem codificada a respeito do fim do mundo, a respeito do culto no Céu distante, a respeito de algo que, em sua maioria, os cristãos não poderiam experimentar aqui na terra. Agora, depois de duas semanas de comparecimento diário à Missa, eu me via querendo levantar durante a liturgia e dizer: “Ei, pessoal. Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8. Agora mesmo vocês estão no Céu”.

No Céu agora mesmo! Os Padres da Igreja mostraram que essa descoberta não era minha. Pregaram a respeito há mais de mil anos. Entretanto, eu estava convencido de que merecia o crédito pela redescoberta da relação entre a Missa e o livro do Apocalipse. Então descobri que o Concílio Vaticano II tinha me passado para trás. Reflita nestas palavras da Constituição sobre a Sagrada Liturgia:

Na liturgia terrena, antegozando, participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda a milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na Glória.

Espere um pouco. Isso é Céu. Não, isso é a Missa. Não, é o livro do Apocalipse. Espere um pouco: isso é tudo o que está acima.

Esforcei-me bastante para ir devagar, cautelosamente, com o cuidado de evitar os perigos aos quais os convertidos são suscetíveis, pois eu estava depressa me convertendo à fé católica. Contudo, essa descoberta não era produto de uma imaginação superexcitada; era o ensinamento solene de um concílio da Igreja Católica. Com o tempo, descobri que era também a conclusão inevitável dos estudiosos protestantes mais rigorosos e honestos. Um deles, Leonard Thompson, escreveu que “até mesmo uma leitura superficial do livro do Apocalipse mostra a presença da linguagem litúrgica disposta em forma de culto… A linguagem de culto desempenha importante papel na coerência do livro”. Bastam as imagens da liturgia para tornar esse extraordinário livro compreensível. As figuras litúrgicas são essenciais para sua mensagem, escreve Thompson, e revelam “algo mais que visões de ‘coisas que estão por vir’”.

O livro do Apocalipse tratava de Alguém que estava por vir. Tratava de Jesus Cristo e sua “segunda vinda”, a forma como, em geral, os cristãos traduziram a palavra grega parousia. Depois de passar horas e horas naquela capela de Milwaukee, em 1985, aprendi que aquele Alguém era o mesmo Jesus Cristo que o sacerdote católico erguia na hóstia. Se os cristãos primitivos estavam certos, eu sabia que, naquele exato momento, o Céu tocava a terra. “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”.

A partir daquele ponto da Missa, fiquei, por assim dizer tolhido. Não imagino uma emoção maior do que aquelas palavras provocaram em mim. Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir: Santo,Santo,Santo, Senhor Deus do Universo…

Meu Deus,eu que estudara o Apocalipse durante 20 anos,entendia muito bem o que estava acontecendo ali… o Céu baixava-se naquele local para celebrar com os católicos!

Mais aturdido ainda fiquei quando ouvi toda assembléia proclamar: 'Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós… Dai-nos a Paz!', e o sacerdote responder: 'Eis o Cordeiro de Deus; eis Aquele que tira o pecado do mundo!'

Em menos de um minuto a frase 'Cordeiro de Deus' ressoou quatro vezes. Graças aos longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é sempre chamado Cordeiro. Estava na Festa de Núpcias que João descreve no Apocalipse. Estava diante do Trono do Céu, onde Jesus é saudado para sempre como Cordeiro. Entretanto,eu não estava preparado para isso – EU ESTAVA NA SANTA MISSA DO SENHOR!

Voltei à Missa no dia seguinte, e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu descobria mais passagens das Escrituras consumadas diante de meus olhos.

Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros padres e bispos da Igreja, haviam feito a mesma descoberta que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da Liturgia. Alguma coisa intensa acontecia com o estudioso e crente que eu era. ALÉM DISSO, A MISSA, QUE EU ACHAVA A MAIOR DAS BLASFÊMIAS, agora se revelava no acontecimento que ratificou a Aliança com Deus: 'Este é o Cálice de meu Sangue…'

Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Em meio a crianças chorando e correndo dentro da igreja, para cá e acolá; em meio a um coral destoado nas vozes; em meio a mulheres vestidas como se fossem para a praia, o Céu se une com os católicos para celebrarem o Banquete do Cordeiro.

Depois de duas semanas de comparecimento diário à Missa, eu me via querendo levantar durante a Liturgia e dizer: “Ei pessoal! Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8; agora mesmo vocês verão que estão no Céu!”.

Verdadeiramente me converti à Igreja Católica, e descobri que os padres é que descobriram toda essa riqueza, e não eu. Descobri que o Concílio Vaticano II tinha me passado para trás, quando diz: 'Na Liturgia terrena, antegozando, participamos da Liturgia Celeste, que se celebra na Cidade Santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita do Pai, Ministro do Santuário e do Tabernáculo verdadeiro; com toda Milícia do Exército Celestial entoamos um hino de Glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na Glória'."

sábado, 15 de outubro de 2011

Coroinha mulher? Catedral proíbe Acólitas para que haja maior vocação sacerdotal entre os coroinhas.


O pároco da catedral da diocese de Phoenix (EUA), Pe. John Lankeit , veio a público recentemente para justificar a sua medida em relação aos jovens que servem como acólitos na igreja principal da diocese. Pe. Lankeit resolveu que todos os acólitos deverão ser do sexo masculino. 
                                  
"Se você olhar ao redor da Igreja - e eu estou falando sobre a Igreja em geral - se você olhar para dioceses, se você olhar para as ordens religiosas e para paróquias onde há um respeito sobre a distinção e a complementaridade do homem e da mulher, você verá as duas vocações florescem ", afirmou o padre ao jornal diocesano. "E quando falo em duas vocações estou falando da sacerdotal e da vida consagrada".

O padre vem enfrentando algumas dificuldades para colocar sua estratégia em prática e restaurar o antigo costume da Igreja em ter apenas acólitos do sexo masculino servindo. Muitos estão tratando o tema como uma questão de preconceito sexual, de sexismo.

"Se a questão é abordada apenas do ponto de vista emocional, posso entender por que as pessoas ficam chateadas, porque eles estão olhando para essa questão em termos de uma questão de direitos - e eles estão interpretando-a de tal forma como se os direitos de alguém estivesse sendo negado ", disse ele.

Pe. Lankeit apontou casos similares onde houve um crescimento substancial no número de vocacionados após a adoção de medidas similares. Uma paróquia em Ann Arbor, Michigan, que alcançou um número impressionante de 22 vocacionados após a reserva do serviço do altar apenas para homens. Ele também mencionou a diocese de Lincoln.




Em defesa do Pe. Lankeit surge o diretor de vocações da diocese de Phoenix, Pe. Paul Sullivan, que afirmou nunca ter ouvido uma religiosa falar que sua vocação surgiu no altar. Para Pe. Sullivan o serviço feminino no altar não aumenta o número de vocações religiosas. "A paróquia que eu sei que tem as maiores vocações femininas não tem mais acólitas ... Eu nunca conheci uma menina que afirmasse: 'eu encontrei a minha vocação ao servir o altar", afirmou Pe. Sullivan.


    " Graças a Deus algum padre com Juízo, eu fui acólito na matriz e a vocação cresceu no altar, mas quando se tem meninas do lado agente se sente igual a elas e então não se sente ao pé do sacerdócio, e sim de uma coisa comum que mulher também pode!" (Márcio Júnior)
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