quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cronologia protestante

Anexo

Cronologia espuria do protestantismo

1517 – Lutero se afilia à príncipes devassos e em desobediência é excomungado.
1517 – Lutero promove a divisão da fé, condenada em (Rm 16,17-18), chamando isso de “reforma”. Ninguém ficou nela.
Zwinglio, Calvino, Henrique VIII, Knox e até Edir Macedo e outros, fundaram suas próprias seitas rivais umas das outras.
1521 – Lutero escreve à amigos dizendo desconfiar estar levando uma multidão de seguidores à condenação eterna.
1520 – Lutero zomba da ciência e do sistema Heliocêntrico de Copérnico, o chamando de “tolo”.
1522 – Lutero publica o seu escandaloso libelo contra o celibato, embora Cristo e Paulo o pregassem. (Cor 7,32-33)
1522 – Calvino, obteve tantas cópias pôde da Bíblia traduzida por outro protestante chamado Servet e as queimou.
1524 – Lutero passou a usar traje nobre, (tipo paletó) tornando-o em fantasia do “crente”.
1524 – Lutero manda ceifar a vida de 30,000 camponeses.
1525 – Calvino mata na fogueira, o médico Michel Servet, descobridor da circulação do sangue.
1525 – Os anabatistas Proíbem o batismo infantil. Lutero, Calvino e Zwinglio mantiveram este batismo.
1525 – Zuínglio adultera a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia.
1527 – Os luteranos saqueiam Roma e promovem o maior genocídio da história da humanidade.
1528 – Lutero escreve que “usem imagens se quiserem, segundo a Bíblia elas são úteis.” Resolveram odiá-las.
1529 – Adotam para si o nome de “protestantes” na Segunda Dieta de Spira. Mais tarde mudam para “evangélicos”.
1530 – Criam o texto da Confissão de Augsburgo, que nunca levariam a sério, pois manda batizar as crianças.
1530 – Resolvem Extinguir o celibato, instituído por Cristo, a veneração à Vír­gem e aos santos.
1530 – A sua Confissão de Augsburgo reconhece: Maria é digna de suprema honra na maior medida (Art. 21,27).
1530 – Revela Lutero: “O diabo dormiu ao meu lado, em minha cama, mais vezes do que minha mulher.”
1530 – Lutero documenta que o demônio o mandou suprimir a missa, de sua nova religião, ele obedeceu.
1530 – Numa carta enviada a Jerônimo Weller, Lutero recomenda embriaguez e pecados em nome de Jesus.
1530 – Declaram a Bíblia, única fonte da fé. Ignorando que a Bíblia é filha da Igreja “Coluna da Verdade” (1Tim 3,15).
1531 – O rei Henrique VIII condenou a falsificada Bíblia protestante de Tyndale como uma corrupção da Escritura.
1532 – Lutero parodia a Bíblia, colocando o diabo em lugar de Cristo, quando entregava as chaves do céu a Pedro.
1534 – Lutero traduz a Bíblia para o alemão adulterando-a, mesmo já existindo outras 14 versões alemãs católicas desde 1466.
1534 – Henrique VIII cria a igreja Anglicana para casar-se em adultério, e matou várias esposas por darem a luz meninas.
1534 – Os Anabatistas apoderaram-se do governo da cidade episcopal de Munster, e introduziram ali a poligamia;
1536 – Lutero arranca sete livros da bíblia, por contrariarem sua nova religião. Tachando-os de “apócrifos”.
1537 – Lutero percebendo seu erro diz: “em breve serão tantas as seitas e tantas as religiões quantas são as cabeças."
1545 – Lutero lança o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” que ensinava os alemão a perseguir os Judeus.
1545 – Lutero pede de novo os decretos dos concílios católicos a fim de conservar a unidade da fé, por ele estilhaçada.
1546 – Lutero morre embriagado, na cidade de Eisleben, no dia 18 de fevereiro.
1546 – Melanchthon cria a lenda de que Lutero fixou suas 95 teses. Isso é confirmado pela maioria dos historiadores.
1546 – Inventam a calúnia de que no Concílio de Trento, a Igreja colocou 7 livros na Bíblia. Ver anterior Bíblia de Gutemberg.
1554 – O Protestante Teodoro Bessa, pediu o uso da força pública contra os católicos.
1554 – Perseguem os Católicos, na Inglaterra e na Irlanda, na mais escancarada intolerância religiosa. Mataram mais de 100 mil.
1555 – O protestante Calvino, governou Genebra com mão-de-ferro, houve 58 execuções. Segundo Preserved Smith;
1562 – A anglicana rainha Elizabeth, institui a Witch Act ou lei contra os bruxos de Jacques I.
1579 – Protestantes mataram 40 jesuítas degolados, entre eles Inácio de Azevedo, morto violentamente a cutiladas.
1635 – O luterano Benedict Carpzov assina sentença de morte contra 20.000 bruxas.
1635 – O alemão protestante Nichólas Romy, mata 900 bruxas.
1670 – Teólogos protestantes queimam crianças vivas na Suécia.
1685 – Começam tardiamente a celebrar a lenda da fixação das teses de Lutero, como um “marco de ruptura” com Roma.
1735 – Jonathan Edwards, em Massachusetts, descobre acidentalmente a lavagem cerebral com voz alta e ritmada.
1739 – Charles J. Finney emprega de vez a lavagem cerebral, usando movimentos bruscos e voz frenética e ritmada em cultos.
1900 – A Sociedade Bíblica protestante para de imprimir os 07 livros da Bíblia, que contrariavam os argumentos de Lutero.
1914 – Testemunhas de “Jeová” marcam o fim do mundo para 1914, 1918, depois para 1925, 1941, 1975 e nada.
1915 – A “profetiza” Ellen White (adventista) morre completamente doida.
1960 – Inventam a “teologia da prosperidade”. Tudo pelas coisas terrenas e materiais.
1965 – Gerald B. Gardner calculou 9 Milhões de “bruxas” mortas por protestantes só na Alemanha.
1978 – Pastor Jim Jonnes, na Guiana, leva à morte 913 seguidores, envenenando-os com um suco de uva.
2004 – Episcopais aceitam nomeação de bispo gay nos EUA.
2004 – Site “evangélico” denuncia: 64% dos “pastores evangélicos” são pornográficos. http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=853
2004 – A igreja Luterana paga multa Record de 69 MILHÕES DE DÓLARES por abusos sexuais, nos EUA.
2005 – O “bispo” Rodrigues, da igreja Universal, é pego na CPI dos bingos, na CPI do Mensalão e preso na “operação Sanguessuga”.
2005 – O “bispo” João Batista da IURD é detido com sete malas contendo 10 milhões e 200 mil reais entre notas falsas.
2005 – 1.600 templos evangélicos são colocados à venda. http://www.property.org.uk/unique/ch.html
2005 – Pastores dão golpe em 70 mil “evangélicos” e fogem com dinheiro pago por show gospel não realizado em S. Paulo.
2005 – O lider luterano Eero Huovinem, procura o Papa Bento e afirma que 84% dos finlandeses luteranos querem ser católicos.
2006 – O pastor Randall Radic vende a igreja da primeira congregação da cidade de Ripon-USA e comprou uma BMW.
2006 – A igreja anglicana admite que traficava e vendia escravos africanos, revelou isso em 09/02/2006.
2006 – Líder do povo negro culpa os evangélicos pelo tráfico e escárnio dos escravos. http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=20880
2006 – A “bancada evangélica” formada pela Assembléia de Deus e a Universal, é pega em escândalo superfaturando ambulâncias.
2007 – Líderes da “igreja” Renascer são presos nos Estados unidos traficando dólares dentro de bíblias.
2008 – Pastor lidera marcha da maconha em Recife

domingo, 16 de agosto de 2009

Céu ,Inferno ,Purgatorio e Juizo Particular

I. O Juízo Particular

A morte põe fim à vida do homem como tempo aberto ao acolhimento ou à recusa da graça divina manifestada em Cristo. O Novo Testamento fala do juízo principalmente na perspectiva do encontro final com Cristo na segunda vinda deste, mas repetidas vezes afirma também a retribuição, imediatamente depois da morte, de cada um em função de suas obras e de sua fé. A parábola do pobre Lázaro e a palavra de Cristo na cruz ao bom ladrão assim como outros textos do Novo Testamento, falam de um destino último da alma pode ser diferente para uns e outros.

Cada homem recebe em sua alma imortal a retribuição eterna a partir do momento da morte, num Juízo Particular que coloca sua vida em relação à vida de Cristo, seja por meio de uma purificação, seja para entrar de imediato na felicidade do céu, seja para condenar-se de imediato para sempre.
No entardecer de nossa vida, seremos julgados sobre o amor.

II. O Céu

Os que morrem na graça e na amizade de Deus, e que estão totalmente purificados, vivem para sempre com Cristo. São para sempre semelhantes a Deus, porque o vêem "tal como ele é" (1Jo 3,2), face a face (1Cor 13,12):

Com nossa autoridade apostólica definimos que, segundo a disposição geral de Deus, as almas de todos os santos mortos antes da Paixão de Cristo (...) e de todos os outros fiéis mortos depois de receberem o santo Batismo de Cristo, nos quais não houve nada a purificar quando morreram, (...) ou ainda, se houve ou há algo a purificar, quando, depois de sua morte, tiverem acabado de fazê-lo, (...) antes mesmo da ressurreição em seus corpos e do juízo geral, e isto desde a ascensão do Senhor e Salvador Jesus Cristo ao céu, estiveram, estão e estarão no Céu, no Reino dos Céus e no paraíso celeste com Cristo, admitidos na sociedade dos santos anjos. Desde a paixão e a morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, viram e vêem a essência divina com uma visão intuitiva e até face a face, sem a mediação de nenhuma criatura.
Essa vida perfeita com a Santíssima Trindade, essa comunhão de vida e de amor com ela, com a Virgem Maria, os anjos e todos os bem-aventurados, é denominada "o Céu". O Céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva.
Viver no Céu é "viver com Cristo". Os eleitos vivem "nele", mas lá conservam - ou melhor, lá encontram – sua verdadeira identidade, seu próprio nome.

"Vita est enim esse cum Christo; ideo ubi Christus, ibi vita, ibi regnum - Vida é, de fato, estar com Cristo; aí onde está Cristo, aí está a Vida, aí está o Reino".
Por sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo nos "abriu" o Céu. A vida dos bem-aventurados consiste na posse em plenitude dos frutos da redenção operada por Cristo, que associou à sua glorificação celeste os que creram nele e que ficaram fiéis à sua vontade. O céu é a comunidade bem-aventurada de todos os que estão perfeitamente incorporados a Ele.

Este mistério de comunhão bem-aventurada com Deus e com todos os que estão em Cristo supera toda compreensão e toda imaginação. A Escritura fala-nos dele em imagens: vida, luz, paz, festim de casamento, vinho do Reino, casa do Pai, Jerusalém celeste, Paraíso. "O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e o coração do homem não percebeu, isso Deus preparou para aqueles que o amam" (1Cor 2,9).

Em razão de sua transcendência, Deus só poder ser visto tal como é quando Ele mesmo abrir seu mistério à contemplação direta do homem e o capacitar para tanto. Esta contemplação de Deus em sua glória celeste é chamada pela Igreja de "visão beatifica".

Qual não ser tua glória e tua felicidade: ser admitido a ver a Deus, ter a honra de participar das alegrias da salvação e da luz eterna na companhia de Cristo, o Senhor teu Deus (...) desfrutar no Reino dos Céus, na companhia dos justos e dos amigos de Deus, as alegrias da imortalidade adquirida.
Na glória do Céu, os bem-aventurados continuam a cumprir com alegria a vontade de Deus em relação aos outros homens e à criação inteira. Já reinam com Cristo; com Ele "reinarão pelos séculos dos séculos" (Ap 22,5).

III. A purificação final ou Purgatório
Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.
A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador:

No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.
Este ensinamento apoia-se também na prática da oração pelos defuntos, da qual já a Sagrada Escritura fala: "Eis por que ele [Judas Macabeu) mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos de seu pecado" (2Mc 12,46). Desde os primeiros tempos a Igreja honrou a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios em seu favor, em especial o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, eles possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também as esmolas, as indulgências e as obras de penitência em favor dos defuntos:

Levemo-lhes socorro e celebremos sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai que deveríamos duvidar de que nossas oferendas em favor dos mortos lhes levem alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer nossas orações por eles.

IV. O Inferno

Não podemos estar unidos a Deus se não fizermos livremente a opção de amá-lo. Mas não podemos amar a Deus se pecamos gravemente contra Ele, contra nosso próximo ou contra nós mesmos: "Aquele que não ama permanece na morte. Todo aquele que odeia seu irmão é homicida; e sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele" (1 Jo 3,14-15). Nosso Senhor adverte-nos de que seremos separados dele se deixarmos de ir ao encontro das necessidades graves dos pobres e dos pequenos que são seus irmãos morrer em pecado mortal sem ter-se arrependido dele e sem acolher o amor misericordioso de Deus significa ficar separado do Todo-Poderoso para sempre, por nossa própria opção livre. E é este estado de auto-exclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados que se designa com a palavra "inferno".
Jesus fala muitas vezes da "Geena", do "fogo que não se apaga", reservado aos que recusam até o fim de sua vida crer e converter-se, e no qual se pode perder ao mesmo tempo a alma e o corpo. Jesus anuncia em termos graves que "enviar seus anjos, e eles erradicarão de seu Reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade, e os lançarão na fornalha ardente" (Mt 13,41-42), e que pronunciar a condenação: "Afastai-vos de mim malditos, para o fogo eterno!" (Mt 25,41).
O ensinamento da Igreja afirma a existência e a eternidade do inferno. As almas dos que morrem em estado de pecado mortal descem imediatamente após a morte aos infernos, onde sofrem as penas do Inferno, "o fogo eterno". A pena principal do Inferno consiste na separação eterna de Deus, o Único em quem o homem pode ter a vida e a felicidade para as quais foi criado e às quais aspira.

As afirmações da Sagrada Escritura e os ensinamentos da Igreja acerca do Inferno são um chamado à responsabilidade com a qual o homem deve usar de sua liberdade em vista de seu destino eterno. Constituem também um apelo insistente à conversão: "Entrai pela porta estreita, porque largo e espaçoso é o caminho que conduz à perdição. E muitos são os que entram por ele. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho que conduz à vida. E poucos são os que o encontram" (Mt 7,13-14):
Como desconhecemos o dia e a hora, conforme a advertência do Senhor, vigiemos constantemente para que, terminado o único curso de nossa vida terrestre, possamos entrar com ele para as bodas e mereçamos ser contados entre os benditos, e não sejamos, como servos maus e preguiçosos, obrigados a ir para o fogo eterno, para as trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes.
Deus não predestina ninguém para o Inferno; para isso é preciso uma aversão voluntária a Deus (um pecado mortal) e persistir nela até o fim. Na Liturgia Eucarística e nas orações cotidianas de seus fiéis, a Igreja implora a misericórdia de Deus, que quer "que ninguém se perca, mas que todos venham a converter-se" (2Pd 3,9):

Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda de vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

V. O Juízo Final

A ressurreição de todos os mortos, "dos justos e dos injustos" (At 24,15), antecederá o Juízo Final. Este será "a hora em que todos os que repousam nos sepulcros ouvirão sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para uma ressurreição de vida; os que tiverem praticado o mal, para uma ressurreição de julgamento" (Jo 5,28-29). Então Cristo "virá em sua glória, e todos os anjos com Ele. (...) E serão reunidas em sua presença todas as nações, e Ele há de separar os homens uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos, e por as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. (...) E irão estes para o castigo eterno, e os justos irão para a Vida Eterna" (Mt 25,31-33.46).

É diante de Cristo - que é a Verdade - que será definitivamente desvendada a verdade sobre a relação de cada homem com Deus. O Juízo Final há de revelar até as últimas conseqüências o que um tiver feito de bem ou deixado de fazer durante sua vida terrestre:


Todo o mal que os maus praticam é registrado sem que o saibam. No dia em que "Deus não se calará" (Sl 50,3), voltar-se-á para os maus: "Eu havia", dir-lhes-á, "colocado na terra meus pobrezinhos para vós. Eu, seu Chefe, reinava no céu à direita do meu Pai, mas na terra os meus membros passavam fome. Se tivésseis dado aos meus membros, vosso dom teria chegado até a Cabeça. Quando coloquei meus pobrezinhos na terra, os constituí meus tesoureiros para recolher vossas boas obras em meu tesouro; vós, porém, nada depositastes em suas mãos, razão por que nada possuís junto a mim"
O Juízo Final acontecerá por ocasião da volta gloriosa de Cristo. Só o Pai conhece a hora e o dia desse Juízo, só Ele decide de seu advento. Por meio de seu Filho, Jesus Cristo, Ele pronunciará então sua palavra definitiva sobre toda a história. Conheceremos então o sentido último de toda a obra da criação e de toda a economia da salvação, e compreenderemos os caminhos admiráveis pelos quais sua providência terá conduzido tudo para seu fim último. O Juízo Final revelará que a justiça de Deus triunfa de todas as injustiças cometidas por suas criaturas e que seu amor é mais forte que a morte.

A mensagem do Juízo Final é apelo à conversão enquanto Deus ainda dá aos homens "o tempo favorável, o tempo da salvação" (2Cor 6,2). O Juízo Final inspira o santo temor de Deus. Compromete com a justiça do Reino de Deus. Anuncia a "bem-aventurada esperança" (Tt 2,13) da volta do Senhor, que "virá para ser glorificado na pessoa de seus santos e para ser admirado na pessoa de todos aqueles que creram (2Ts 1,10).

VI. A esperança dos céus novos e da terra nova

No fim dos tempos, o Reino de Deus chegar à sua plenitude. Depois do Juízo Universal, os justos reinarão para sempre com Cristo, glorificados em corpo e alma, e o próprio universo será renovado:

Então a Igreja será "consumada na glória celeste, quando chegar o tempo da restauração de todas as coisas, e com o gênero humano também o mundo todo, que está intimamente ligado ao homem e por meio dele atinge sua finalidade, encontrará sua restauração definitiva em Cristo"

Esta renovação misteriosa, que há de transformar a humanidade e o mundo, a Sagrada Escritura a chama de "céus novos e terra nova" (2Pd 3,13). Ser a realização definitiva do projeto de Deus de "reunir, sob um só chefe, Cristo, todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra" (Ef 1,10).

Neste "universo novo", a Jerusalém celeste, Deus terá sua morada entre os homens. "Enxugará toda lágrima de seus olhos, pois nunca mais haverá morte, nem luto, nem clamor, e nem dor haverá mais. Sim! As coisas antigas se foram!" (Ap 21,4).
Para o homem, esta consumação será a realização última da unidade do gênero humano, querida por Deus desde a criação e da qual a Igreja peregrinante era "como o sacramento". Os que estiverem unidos a Cristo formarão a comunidade dos remidos, a cidade santa de Deus (Ap 21,2), "a Esposa do Cordeiro" (Ap 21,9). Esta não será mais ferida pelo pecado, pelas impurezas, pelo amor-próprio, que destroem ou ferem a comunidade terrestre dos homens. A visão beatífica, na qual Deus se revelará de maneira inesgotável aos eleitos, será a fonte inexaurível de felicidade, de paz e de comunhão mútua.

Quanto ao cosmos, a Revelação afirma a profunda comunidade de destino do mundo material e do homem:
Pois a criação em expectativa anseia pela revelação dos filhos de Deus (...) na esperança de ela também ser libertada da escravidão da corrupção (...). Pois sabemos que a criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos interiormente, suspirando pela redenção de nosso corpo (Rm 8,19-23).

Também o universo visível está, portanto, destinado a ser transformado, "a fim de que o próprio mundo, restaurado em seu primeiro estado, esteja, sem mais nenhum obstáculo, a serviço dos justos", participando de sua glorificação em Cristo ressuscitado.

"Ignoramos o tempo da consumação da terra e da humanidade e desconhecemos a maneira de transformação do universo. Passa certamente a figura deste mundo deformada pelo pecado, mas aprendemos que Deus prepara uma nova morada e nova terra. Nela reinará a justiça, e sua felicidade irá satisfazer á e superar todos os desejos de paz que sobem aos corações dos homens."
"Contudo, a expectativa de uma terra nova, longe de atenuar, deve impulsionar em vós a solicitude pelo aprimoramento desta terra. Nela cresce o corpo da nova família humana que já pode apresentar algum esboço do novo século. Por isso, ainda que o progresso terrestre se deva distinguir cuidadosamente do aumento do Reino de Cristo, ele é de grande interesse para o Reino de Deus, na medida em que pode contribuir para melhor organizar a sociedade humana. "

"Com efeito, depois que propagarmos na terra, no Espírito do Senhor e por ordem sua, os valores da dignidade humana, da humanidade fraterna e da liberdade, todos estes bons frutos da natureza e de nosso trabalho, nós os encontraremos novamente, limpos, contudo, de toda impureza, iluminados e transfigurados, quando Cristo entregar ao Pai o reino eterno e universal. Deus será, então, "tudo em todos" (1 Cor 15,28), na Vida Eterna:

A vida, em sua própria realidade e verdade, é o Pai que, pelo Filho e no Espírito Santo, derrama sobre todos, sem exceção, dons celestes. Graças à sua misericórdia também nós, os homens, recebemos a promessa indefectível da Vida Eterna

Parlamentares apóiam investigação das denúncias contra Igreja Universal

Quinta-feira, 13/08/2009
Segundo eles, os parlamentares têm obrigação de exigir esclarecimentos sobre as denúncias de que a Igreja Universal usava o dízimo para compra de bens.

Igreja Universal usaria empresas de fachada para cometer irregularidades

Sábado, 15/08/2009
O Estadão afirma que levantamento feito pela Diretoria-executiva de Administração Tributária da Secretaria Estadual da Fazenda revela que a IURD estaria por trás de rede que usava empresas de fachada.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Lágrimas de Nossa Senhora em Medjugorje

Video de Vittorio Bologna. Imagem de Nossa Senhora chora ao final da aparição à Mirjana em 02 de janeiro de 2005

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Nossa Senhora Gif


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