TODO CRISTÃO DEVE OUVIR E COMPARTILHAR ISTO
Blog Católico Para Sempre
segunda-feira, 18 de maio de 2015
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Ex-Maçom conta tudo sobre a Maçonaria (ENTREVISTA)
Entrevista concedida por
ocasião da excomunhão do Pe. Pascal Venzin (França), que se descobriu ser
maçom. Maurice Cailet, ex-membro do Grande Oriente da França recorda…tudo o que
separa a Maçonaria do Cristianismo
Por Religión en Libertad * |
O testemunho de Maurice Cailet, “Eu Fui Maçon”, já deu a volta ao mundo em dez
idiomas.
Médico agnóstico, foi
iniciado no Grande Oriente da França, desfrutou os privilégios da fraternidade
e da ajuda mútua entre seus membros até que comprovou que esta fraternidade
estava acima da justiça e depois começou a se tornar incômodo para a sociedade
secreta. No fim do caminho, lhe esperava a Santíssima Virgem em Lourdes.
Pedimos a Cailet uma
avaliação sobre aquilo que, nos diz, é um “escândalo” na Igreja Francesa: a
pertença à Maçonaria do pároco de Megève (diocese de Annecy, em Alta Saboya,
próximo da Suíça). O Pe. Pascal Venzin teve que ser afastado de suas funções e
ser excomungado, diante de sua negativa de abandonar a organização. Jose Gulino,
Grande Mestre do Grande Oriente da França e porta-voz dos sentimentos do padre
(“ele não entende”) considera “um retorno ao obscurantismo que já não tem razão
de ser na república. Desejo que a Igreja evolua. É possível ser sacerdote e
maçom. Não compreender isto, supõe voltar à Idade Média”.
Porém, Cailet opina de outra
forma:
“Como ex-francomaçom do
Grande Oriente da França por 15 anos e depois convertido repentinamente em
Lourdes, estou surpreendido e indignado que um sacerdote católico pôde vir a aderir
à mesma obediência que eu”.
Por que esta indignação?
“É uma prova de
desobediência porque ele não podia ignorar a decisão da Congregação para a
Doutrina da Fé de Nov/1983, que priva da Santa Comunhão os católicos que aderem
à Maçonaria“.
Se trata apenas de uma
questão disciplinar?
“Particularmente é absurdo e
filosoficamente contraditório conciliar a Fé católica e a filosofia maçônica.”
O que as separa?
“O Cristianismo anuncia a
Verdade, Jesus, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, morto e resuscitado por
nosso pecados, A Maçonaria especulativa, fundada em 1717 a mando do herege
Newton, repousa sobre mitos e fábulas como a de Hiram, nega todo fenômeno
sobrenatural e prega o relativismo”.
Porém não se apresenta
assim…
“Suas doutrinas são secretas
e reservadas aos iniciados, que se situam a si mesmos orgulhosamente acima dos
profanos. Pretendem revelar aos iniciados uma sedizente ‘Tradição Primordial’
anterior ao Cristianismo, para levar-lhes “a Luz”. É, portanto, uma organização
elitista, enquanto Jesus se dirige a todos, principalmente aos humildes e aos
pequenos”.
Os maçons crêem em Deus?
“Alguns maçons, de algumas
obediências admitem a existência de um Grande Arquiteto do Universo, criador
impessoal do cosmos, porém não reconhecem a Jesus como Deus.”
E na vida após a morte?
“Os maçons acreditam que
após a morte vão ao Oriente Eterno, porém não tem nenhuma esperança no Paraíso.
Nem levam em conta a Graça de Deus nem esperam nada de Deus.”
Por que combatem a Igreja?
“Oficialmente exibem uma
tolerância a todas as religiões, mas, na realidade, perseguem a destruição do
Papado e a abolição dos princípios da moral judaico-cristã.”
Em todas essas batalhas
atuais são vistos em posição contrária a Igreja Católica…
“Pregam o hedonismo, isto é,
a satisfação de todos os desejos e todos os prazeres. Por isto estão na origem
de Leis sobre a anticoncepção, o aborto, o divórcio, o casamento homossexual, a
eutanásia, a despenalização das drogas chamadas brandas“…
E seu lema: liberdade,
igualdade, fraternidade?
“Todos seus princípios são
desviados na verdade: é a liberdade sem limites, a desigualdade entre iniciados
e profanos e entre os 33 graus bem diferenciados [na hierarquia maçônica], e a
fraternidade… apenas entre maçons! inclusive com risco para suas vidas.”
Existe culto demoníaco?
“Nos graus mais altos se
rende culto a Lúcifer. Porém, desdo os primeiros graus, um católico -e com
maior razão um sacerdote- deveria reconhecer as paródias da religião e a
prática de ritos animistas.
Como explicar então o caso
do Pe. Pascal Vensin e outros?
“Somente a ingenuidade ou a
ambição podem cegar aqueles que entram no círculo fechado dos iniciados. O
único benefício é a ajuda incondicional entre “irmãos” e ter à sua disposição
uma boa agenda de endereços. Porém, em troca… se perde a alma.
(fonte: Blog fratresinunum)
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Nossa Senhora da Boa Morte. Dormição de Maria
Hoje celebramos o dia de Nossa Senhora da Boa morte, onde amanhã celebraremos sua Assunção ao céus, talvez o título mais apropriado seria Nossa Senhora da Dormição. Vamos entender como foi esta "morte" da Mãe do Senhor:
São João Damasceno (704), por sua vez, pergunta: “Como é possível que aquela que no parto ultrapassou todos os limites da natureza, agora se submeta às leis desta e seu corpo imaculado se sujeite à morte?“ E responde: “Certamente era necessário que a parte mortal fosse deposta para se revestir de imortalidade, porque nem o Senhor da natureza rejeitou a experiência da morte. Com efeito, Ele morre segundo a carne e com a morte destrói a morte, à corrupção concede a incorruptilidade e o morrer faz d’Ele nascente da ressurreição” (Panegírico sobre a dormida da Mãe de Deus, 10: SC 80,107).
3. É verdade que na Revelação a morte se apresenta como castigo do pecado. Todavia, o fato de a igreja proclamar Maria liberta do pecado original por singular privilégio divino não induz a concluir que Ela recebeu também a imortalidade corporal. A mãe não é superior ao Filho, que assumiu a morte, dando-lhe novo significado e transformando-a em instrumento de salvação. Empenhada na obra redentora e associada à oferta salvífica de Cristo, Maria pôde compartilhar o sofrimento e a morte em vista da redenção da humanidade. Também para Ela vale quanto Severo de Antioquia afirma a propósito de Cristo: “Sem uma morte preliminar, como poderia ter lugar a ressurreição?”(Antijulianistica, Beirute 1931, 194 s.). Para ser partícipe da ressurreição de Cristo Maria devia compartilhar antes de mais a Sua morte.
4. O Novo Testamento não oferece qualquer notícia sobre as circunstâncias da morte de Maria. Este silêncio induz a supor que esta se tenha verificado normalmente, sem qualquer pormenor digno de menção. Se assim não tivesse sido, como poderia a notícia permanecer escondida aos contemporâneos e, de alguma forma, não chegar até nós? Quanto aos motivos da morte de Maria, não parecem fundadas as opiniões que lhe quereriam excluir causas naturais. Mais importante é a busca da atitude espiritual da Virgem no momento da despedida deste mundo. A este propósito, são Francisco de Sales considera que a morte de Maria se tenha verificado como efeito de um transporte de amor. Ele fala de um morrer “no amor, por causa do amor e por amor”, chegando por isso a afirmar que a Mãe de Deus morreu de amor pelo seu Filho Jesus (Traité de l’Amour de Dieu, Lib. 7, c. XIII-VIV). Qualquer que tenha sido o fato orgânico e biológico que, sob o aspecto físico, causou a cessação da vida do corpo, pode-se dizer que a passagem desta vida à outra constitui para Maria uma maturação da graça na glória, de tal forma que jamais como nesse caso a morte pôde ser concebida como uma “dormida”.
5. Nalguns Padres da Igreja encontramos a descrição de Jesus mesmo que vem acolher a sua Mãe no momento da morte, para introduzir na glória celeste. Assim, estes apresentam a morte de Maria como um evento de amor que a levou a alcançar o seu Filho divino para participar da Sua vida imortal. No final da sua existência terrena, ela terá experimentado, como Paulo e mais do que ele, o desejo de se libertar do corpo para estar com Cristo para sempre (cf. Fl. 1,23). A experiência da morte enriqueceu a pessoa da Virgem: passando pela comum sorte dos homens, ela pode exercer com mais eficácia a sua maternidade espiritual em relação àqueles que chegam à hora suprema da vida.
L’Osservatore Romano – 28/06/1997
São João Damasceno (704), por sua vez, pergunta: “Como é possível que aquela que no parto ultrapassou todos os limites da natureza, agora se submeta às leis desta e seu corpo imaculado se sujeite à morte?“ E responde: “Certamente era necessário que a parte mortal fosse deposta para se revestir de imortalidade, porque nem o Senhor da natureza rejeitou a experiência da morte. Com efeito, Ele morre segundo a carne e com a morte destrói a morte, à corrupção concede a incorruptilidade e o morrer faz d’Ele nascente da ressurreição” (Panegírico sobre a dormida da Mãe de Deus, 10: SC 80,107).
3. É verdade que na Revelação a morte se apresenta como castigo do pecado. Todavia, o fato de a igreja proclamar Maria liberta do pecado original por singular privilégio divino não induz a concluir que Ela recebeu também a imortalidade corporal. A mãe não é superior ao Filho, que assumiu a morte, dando-lhe novo significado e transformando-a em instrumento de salvação. Empenhada na obra redentora e associada à oferta salvífica de Cristo, Maria pôde compartilhar o sofrimento e a morte em vista da redenção da humanidade. Também para Ela vale quanto Severo de Antioquia afirma a propósito de Cristo: “Sem uma morte preliminar, como poderia ter lugar a ressurreição?”(Antijulianistica, Beirute 1931, 194 s.). Para ser partícipe da ressurreição de Cristo Maria devia compartilhar antes de mais a Sua morte.
4. O Novo Testamento não oferece qualquer notícia sobre as circunstâncias da morte de Maria. Este silêncio induz a supor que esta se tenha verificado normalmente, sem qualquer pormenor digno de menção. Se assim não tivesse sido, como poderia a notícia permanecer escondida aos contemporâneos e, de alguma forma, não chegar até nós? Quanto aos motivos da morte de Maria, não parecem fundadas as opiniões que lhe quereriam excluir causas naturais. Mais importante é a busca da atitude espiritual da Virgem no momento da despedida deste mundo. A este propósito, são Francisco de Sales considera que a morte de Maria se tenha verificado como efeito de um transporte de amor. Ele fala de um morrer “no amor, por causa do amor e por amor”, chegando por isso a afirmar que a Mãe de Deus morreu de amor pelo seu Filho Jesus (Traité de l’Amour de Dieu, Lib. 7, c. XIII-VIV). Qualquer que tenha sido o fato orgânico e biológico que, sob o aspecto físico, causou a cessação da vida do corpo, pode-se dizer que a passagem desta vida à outra constitui para Maria uma maturação da graça na glória, de tal forma que jamais como nesse caso a morte pôde ser concebida como uma “dormida”.
5. Nalguns Padres da Igreja encontramos a descrição de Jesus mesmo que vem acolher a sua Mãe no momento da morte, para introduzir na glória celeste. Assim, estes apresentam a morte de Maria como um evento de amor que a levou a alcançar o seu Filho divino para participar da Sua vida imortal. No final da sua existência terrena, ela terá experimentado, como Paulo e mais do que ele, o desejo de se libertar do corpo para estar com Cristo para sempre (cf. Fl. 1,23). A experiência da morte enriqueceu a pessoa da Virgem: passando pela comum sorte dos homens, ela pode exercer com mais eficácia a sua maternidade espiritual em relação àqueles que chegam à hora suprema da vida.
L’Osservatore Romano – 28/06/1997
domingo, 4 de agosto de 2013
Hoje é dia do Padre
Hoje é dia do Padre
, DEVEMOS orar por eles, para que eles sejam bons sacerdotes e encontrem sempre a luz nova de Cristo em suas vidas cada dia para levar, mas estamos vivendo um momento muito critico, e que o Santo Padre vem tentando concertar, que é a soberba no clero, o vicio pelo pelo dinheiro e o esquecimento do rebanho, neste dia só se faz menções boas a esta data pois claro, é o presente de amor do coração de Deus para sua Igreja, mas o Diabo odeia a Igreja, e odeia os padres e tentam perverte los, e oremus para que não se esqueça do real compromisso sacerdotal com o povo de Deus, nós a santa Igreja. E deixo hoje não somente os parabéns para todo o Clero, padre e Bispos, mas uma mensagem do santo padre para que não se esqueçam da sua verdadeira missão, que não é de SER SERVIDO, MAS DE SERVIR COM A VIDA E COM O SANGUE SE PRECISO FOR, ASSIM COMO O SANGUE DERRAMADO NO CÁLICE QUE ELE NA MISSA ERGUE AOS OLHOS DE SUAS OVELHAS!
, DEVEMOS orar por eles, para que eles sejam bons sacerdotes e encontrem sempre a luz nova de Cristo em suas vidas cada dia para levar, mas estamos vivendo um momento muito critico, e que o Santo Padre vem tentando concertar, que é a soberba no clero, o vicio pelo pelo dinheiro e o esquecimento do rebanho, neste dia só se faz menções boas a esta data pois claro, é o presente de amor do coração de Deus para sua Igreja, mas o Diabo odeia a Igreja, e odeia os padres e tentam perverte los, e oremus para que não se esqueça do real compromisso sacerdotal com o povo de Deus, nós a santa Igreja. E deixo hoje não somente os parabéns para todo o Clero, padre e Bispos, mas uma mensagem do santo padre para que não se esqueçam da sua verdadeira missão, que não é de SER SERVIDO, MAS DE SERVIR COM A VIDA E COM O SANGUE SE PRECISO FOR, ASSIM COMO O SANGUE DERRAMADO NO CÁLICE QUE ELE NA MISSA ERGUE AOS OLHOS DE SUAS OVELHAS!
segunda-feira, 1 de abril de 2013
PROTESTANTISMO É VERDADEIRAMENTE CRISTIANISMO?
Porque o Protestantismo está longe de ser cristianismo?
O Protestantismo é orgulhoso (acha que não precisa de ninguém pra chegar a Deus, nem dos santos, nem dos irmãos e irmãs) Enquanto Cristo promoveu a humildade e a intercessão na oração, O protestantismo é ambicioso (com sua teologia da prosperidade, visa acumulação de bens materiais) enquanto jesus promoveu a caridade e o desapego. O protestantismo é contraditório (aceita a autoridade da Bíblia que foi feita pela Igreja Católica, mas protesta contra tudo que a Igreja Católica, e profere contra ela mentiras) Enquanto jesus pregou apenas uma verdade e uma doutrina que não pode se contradizer porque vem do Espirito santo, O protestantismo é mentiroso e comete simonia (usa seus fé dos seus fieis com campanhas e correntes para que Deus faça milagres na vida deles, MAS EM TROCA PEDE DINHEIRO POR ISSO, fazendo comercio de milagres) Enquanto Jesus pregou que somente a verdade liberta e em Atos 8, 20 Pedro amaldiçoa quem quer comprar o dom de Deus com dinheiro. O Protestantismo é profanador, pois profana o nome da Eucaristia verdadeiro corpo sangue ALMA E DIVINDADE de Cristo, e dizendo que é apenas um simbolismo coloca as palavas de cristo como sendo mentira enquanto a escritura diz que "Em sua boca não se achou mentira" (Ap 14, 5). O protestantismo peca contra o Espirito Santo com a prepotência de dizer quem se salvará ou não salvará (como por exemplo a lista dos 144 mil dos adventistas). O protestantismo vai contra as palavras da Escritura, e interpretam erroneamente a Palavra de Deus e pregam o livre exame delas, enquanto em II Pedro 1,20 diz que "Nenhuma Escritura é de interpretação pessoal" e em (I Tim 3.15) diz que a "Igreja, coluna e sustentáculo da verdade", e dados que a Igreja primitiva dos apóstolos é a Igreja Católica. O Protestantismo não entende a palavra de Deus, pois prega materialismo em vez de caridade, e confunde Icones Sagrados, formas de chegar ao Pai (exemplo as imagens de Cristo, e as imagens dos anjos que Deus mandou moisés fazer na arca da aliança onde Ele viria ter com ele, as inumeras imagens do templo de Salomão onde Deus encheu com sua glória e nem os sacerdotes conseguiram entrar, e também a cobra de bronze que Deus mandou fazer e estender no alto de uma vara para salvar o povo picado no deserto que João compara com Cristo salvando a Humanidade no alto da Cruz, ) com Idolatria (exemplo, imagens de orixás, Buda, deuses pagãos como o bezerro de ouro a quem Deus na bíblia manda não fazer e não adorar). Se uma serpente serviu de sinal de salvação, imagine a imagem do Cristo e dos santos e santas que entregaram sua vida pelo evangelho e pala salvação do Pai?! Louvam Gritam, Esperneiam dizendo ser o Espirito santo, enquanto na Bíblia diz que o Espirito santo trouxe harmonia nos idiomas durante o pentecostes, e não sita estas manifestações estranhas, e se esquecem do silêncio, pregam somente o Cristo Glorioso e se esquecem do Cruscificado do chadado e que também nós temos que passar pela Cruz, pois morrendo com ele que seremos ressuscitados com ele. Em resumo o protestantismo é tudo que o Cristianismo não é, e como bons católicos sabemos que a Única Igreja de Cristo, tem um nome Igreja Católica, e no protestantismo se cumpre as palavras de II Pedro 2, 1-3 e Mateus 7, 21-23. Deus o abençoe e continuemos combatendo essas heresias. "O Protestantismo,é um CÂNCER no cristianismo"!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Imagens mais perfeitas da Virgem Maria
Está chega a arrepiar, de tanto que ela chega a ser real

Nossa senhora de Fatima esta imagem vera emoção quem quem a vê, então inegavel sua perfeição
Esta pintura, nos assemelha tanto uma foto, que nos confundimos.
Está é perfeita, exprime totalmente o sofrimento da virgem, e se não solbessemos que é uma imagem poderiamos até pensar que se trata de uma pessoa real, a própria virgem.
Nossa Senhora da Salete, não há muito o que falar mas também parece real
Está o que mais me chamou atenção neste icone foram seus olhos, que parecem fitar os seus pedindo uma resposta
domingo, 22 de julho de 2012
Regras que ajudam a orar
Como regras básicas podemos citar as seguintes:
Faça da oração um hábito.
Procure rezar sempre no mesmo local e no mesmo horário.
Procure esvaziar a mente e se livrar de pensamentos e preocupações. Faça um pequeno “relax” mental antes de iniciar as suas orações: esvazie a mente. Respire fundo e expire lentamente. Relaxe e então inicie suas orações. Oração é uma entrega a Deus.
Use um rosário (de preferência abençoado) para controlar e dar ritmo à sua oração. Não se apresse, esqueça seus problemas.
Procure estabelecer um tempo mínimo de oração, de acordo com suas forças e possibilidades. Lenta e gradativamente tente aumentar este tempo até um patamar adequado para você.
Tenha um relógio próximo a você para controlar o seu tempo, mas evite ver a hora a cada 5 minutos. Com o tempo você mesmo saberá o tempo decorrido de oração e o momento quase que exato de encerrá-las. Ou controle o tempo pelo número de orações feitas no rosário.
Depois de suas orações repetitivas (“mântricas”) faça seus pedidos a Deus: por seus parentes e amigos, vivos ou falecidos, pelos inimigos, pelos doentes, pela Igreja e seu clero, pela paz no mundo e etc.
Poderá rezar visualizando um ícone ou de olhos fechados. Cuidado para não dormir.
A oração poderá ser realizada em pé, de joelhos, sentado ou reclinado, evite rezar deitado pois poderá levá-lo ao sono e não à oração, principalmente à noite e se você estiver com sono.
Evite horários propícios ao sono, muito tarde da noite ou muito cedo pela manhã.
Inicialmente reze verbalizando (vocalizando) a oração, só quando estiver bastante treinado e adaptado à esta forma passe para a oração mental, isto é, pense na oração, dentro de sua mente.
Não se deixe influenciar por “tratados esotéricos de meditação transcendental ou outros”, você é um cristão e deve seguir as orientações de sua religião e de seus instrutores, padres e/ou bispos.
Dúvidas tire apenas com os representantes de sua Igreja, não dê ouvido a curiosos e “experts” no assunto.
Com o tempo passe a rezar em todos os momentos disponíveis, sem que ninguém perceba, como em filas de banco, viagens de ônibus, carro ou outra qualquer. A oração de Jesus, pode e deve ser realizada incessantemente. Se você é do tipo de pessoa dispersiva não reze dirigindo para evitar acidentes.
Como a oração, com o tempo, passará a se enquadrar no seu ritmo respiratório não use incensos ou similares para auxiliar as suas orações. É desnecessário e prejudicial. Cuidado com velas e lamparinas e tome as devidas precauções para evitar acidentes e incêndios se as usar diante de seus ícones.
Procure ter ícones de Cristo, da Virgem e, se possível, do seu Santo protetor no seu local de oração, de preferência abençoados. Evite exageros não é a quantidade de ícones que vai santificá-lo, mas a qualidade de sua oração.
Se morar com outras pessoas peça aos demais moradores da sua casa que não o interrompam durante seus horários de oração. Faça-os saber dos seus horários. Se houver uma ligação telefônica peça para que anotem o recado ou liguem mais tarde. Sem dizer a quem telefonou que você está rezando, é uma questão pessoal sua. Só atenda ligações se forem em caráter de extrema urgência.
Caso haja muita dificuldade de concentração na oração monológica, então comecemos com a leitura de Salmos ou hinos e cânticos dos Ofícios divinos.
Aos domingos, feriados, dias santos e festivos também se reza: não esqueça!
Reze quando estiver triste.
Reze quando estiver alegre.
Reze para agradecer (principalmente).
Reze para pedir.
Reze pelos vivos.
Reze pelos falecidos.
Reze pelos doentes.
Reze pelos amigos.
Reze pelos inimigos.
Reze pela paz no mundo.
Reze pela Igreja e seus hierarcas.
Reze pelos aflitos e por todos os que sofrem no mundo.
Reze por aqueles que lhe pediram suas orações.
Reze por mim!
Faça da oração um hábito.
Procure rezar sempre no mesmo local e no mesmo horário.
Procure esvaziar a mente e se livrar de pensamentos e preocupações. Faça um pequeno “relax” mental antes de iniciar as suas orações: esvazie a mente. Respire fundo e expire lentamente. Relaxe e então inicie suas orações. Oração é uma entrega a Deus.
Use um rosário (de preferência abençoado) para controlar e dar ritmo à sua oração. Não se apresse, esqueça seus problemas.
Procure estabelecer um tempo mínimo de oração, de acordo com suas forças e possibilidades. Lenta e gradativamente tente aumentar este tempo até um patamar adequado para você.
Tenha um relógio próximo a você para controlar o seu tempo, mas evite ver a hora a cada 5 minutos. Com o tempo você mesmo saberá o tempo decorrido de oração e o momento quase que exato de encerrá-las. Ou controle o tempo pelo número de orações feitas no rosário.
Depois de suas orações repetitivas (“mântricas”) faça seus pedidos a Deus: por seus parentes e amigos, vivos ou falecidos, pelos inimigos, pelos doentes, pela Igreja e seu clero, pela paz no mundo e etc.
Poderá rezar visualizando um ícone ou de olhos fechados. Cuidado para não dormir.
A oração poderá ser realizada em pé, de joelhos, sentado ou reclinado, evite rezar deitado pois poderá levá-lo ao sono e não à oração, principalmente à noite e se você estiver com sono.
Evite horários propícios ao sono, muito tarde da noite ou muito cedo pela manhã.
Inicialmente reze verbalizando (vocalizando) a oração, só quando estiver bastante treinado e adaptado à esta forma passe para a oração mental, isto é, pense na oração, dentro de sua mente.
Não se deixe influenciar por “tratados esotéricos de meditação transcendental ou outros”, você é um cristão e deve seguir as orientações de sua religião e de seus instrutores, padres e/ou bispos.
Dúvidas tire apenas com os representantes de sua Igreja, não dê ouvido a curiosos e “experts” no assunto.
Com o tempo passe a rezar em todos os momentos disponíveis, sem que ninguém perceba, como em filas de banco, viagens de ônibus, carro ou outra qualquer. A oração de Jesus, pode e deve ser realizada incessantemente. Se você é do tipo de pessoa dispersiva não reze dirigindo para evitar acidentes.
Como a oração, com o tempo, passará a se enquadrar no seu ritmo respiratório não use incensos ou similares para auxiliar as suas orações. É desnecessário e prejudicial. Cuidado com velas e lamparinas e tome as devidas precauções para evitar acidentes e incêndios se as usar diante de seus ícones.
Procure ter ícones de Cristo, da Virgem e, se possível, do seu Santo protetor no seu local de oração, de preferência abençoados. Evite exageros não é a quantidade de ícones que vai santificá-lo, mas a qualidade de sua oração.
Se morar com outras pessoas peça aos demais moradores da sua casa que não o interrompam durante seus horários de oração. Faça-os saber dos seus horários. Se houver uma ligação telefônica peça para que anotem o recado ou liguem mais tarde. Sem dizer a quem telefonou que você está rezando, é uma questão pessoal sua. Só atenda ligações se forem em caráter de extrema urgência.
Caso haja muita dificuldade de concentração na oração monológica, então comecemos com a leitura de Salmos ou hinos e cânticos dos Ofícios divinos.
Aos domingos, feriados, dias santos e festivos também se reza: não esqueça!
Reze quando estiver triste.
Reze quando estiver alegre.
Reze para agradecer (principalmente).
Reze para pedir.
Reze pelos vivos.
Reze pelos falecidos.
Reze pelos doentes.
Reze pelos amigos.
Reze pelos inimigos.
Reze pela paz no mundo.
Reze pela Igreja e seus hierarcas.
Reze pelos aflitos e por todos os que sofrem no mundo.
Reze por aqueles que lhe pediram suas orações.
Reze por mim!
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Primeira Missa Tridentina na Canção Nova
Esta primeira missa não foi transmitida, mas agora todos podem assistir os
melhores momentos deste belíssimo momento na comunidade Canção Nova.
Para muitos a Canção Nova Jamais aderiria a Santa Missa de Sempre. Mas com a
Graça do Senhor, isto não aconteceu, e agora podemos além da missa de hoje,
assistir a Santa Missa de Sempre, que os santos e santos antes de nós
assistiram.
"Em 2007 o Papa Bento XVI - atrevés do mutuo próprio Summorum Pontificum - concedeu aos sacerdotes do Rito Latino a permissão para celebrar a santa missa segundo Missal Romano editado pelo Beato Papa João XXIII em 1962. No Domingo, 15/07/2012 a Comunidade Canção Nova, por iniciativa de seus membros, teve a graça de participar desta Santa Missa presidida pelo sacerdote da Arquidiocese de Niterói-RJ, padre Demétrio Gomes."
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Ex-pastor "evangélico" explica que Missa é Biblica!
S
cott Hahn compartilhando seu testemunho na Catedral de Westminster, Londres
"Ali estava eu, incógnito, um ministro protestante à paisana, esgueirando-me nos fundos de uma capela em Milwaukee para participar pela primeira vez da Missa. A curiosidade me arrastara até lá e eu ainda não tinha certeza de que fosse uma curiosidade saudável. Ao estudar os escritos dos primeiros cristãos, encontrei inúmeras referências à “liturgia”, à “Eucaristia”, ao “sacrifício”. Para aqueles primeiros cristãos, separada do acontecimento que os católicos de hoje denominam “Missa”, a Bíblia – o livro que eu mais amava – era incompreensível.
Eu queria entender os cristãos primeiros, mas não tinha nenhuma experiência de liturgia. Por isso, persuadi a mim mesmo a ir ver, como uma espécie de exercício acadêmico, mas jurando o tempo todo que não ia me ajoelhar nem participar de idolatria.
Sentei-me na obscuridade, em um banco bem no fundo daquela capela no subsolo. À minha frente havia um número considerável de fiéis, homens e mulheres de todas as idades. Impressionaram-me suas reflexões e sua evidente concentração na oração. Então um sino soou e todos se levantaram quando o padre surgiu de uma porta ao lado do altar. Hesitante, permaneci sentado. Durante anos, como calvinista evangélico, fui instruído para acreditar que a Missa era o maior sacrilégio que alguém poderia cometer. Tinha aprendido que a Missa era um ritual com o propósito de “sacrificar Jesus Cristo outra vez”. Por isso, eu seria um espectador, ficaria sentado, com a Bíblia aberta ao meu lado.
Entretanto, è medida que a Missa prosseguia, alguma coisa me tocou. A Bíblia não estava só ao meu lado. Estava diante de mim – nas palavras da Missa! Um versículo era de Isaías, outro dos Salmos, outro de Paulo. A experiência era prodigiosa. Eu queria interromper tudo e gritar: “Ei! Posso explicar o que está acontecendo a partir das Escrituras? Isso é maravilhoso!” Não obstante, mantive minha posição de espectador à parte até que ouvi o sacerdote pronunciar as palavras da consagração: “Isto é o meu corpo… Este é o cálice do meu sangue”.
Eu senti todas as minhas dúvidas se esvaírem. Quando vi o sacerdote elevar aquela hóstia branca, percebi que uma prece subiu de meu coração em um sussurro: “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”
A partir daquele ponto, fiquei, por assim dizer, tolhido. Não imaginava uma emoção maior que a que aquelas palavras provocaram em mim. Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir: “Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus”, e o sacerdote responder: “Eis o Cordeiro de Deus…”, enquanto elevava a hóstia.
Em menos de um minuto a frase “Cordeiro de Deus” ressoou quatro vezes. Graças a longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é chamado Cordeiro nada menos que vinte e oito vezes em vinte e dois capítulos. Estava na festa de núpcias que João descreve no final do último livro da Bíblia. Estava diante do trono do Céu, onde Jesus é saudado para sempre como o Cordeiro. Entretanto, não estava preparado para isso – eu estava na Missa!
Voltei à Missa no dia seguinte e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu “descobria” mais passagens das Escrituras consumadas diante dos meus olhos. Contudo, naquela capela escura, nenhum livro me era tão visível quanto o da revelação de Jesus Cristo, o Apocalipse, que descreve a adoração dos anjos e santos do Céu. Como nesse livro, vi, naquela capela, sacerdotes paramentados, um altar, uma assembléia que entoava: “santo, santo, santo”. Vi a fumaça de incenso, ouvi a invocação de anjos e santos; eu mesmo entoava os aleluias, pois me sentia cada vez mais atraído a essa adoração. Continuei a me sentar no último banco com minha Bíblia e mal sabia para onde me voltar – para a ação no Apocalipse ou para a ação no altar, que pareciam cada vez mais ser exatamente a mesma.
Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros bispos, os Padres da Igreja, tinham feito a mesma “descoberta” que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da liturgia e a liturgia a chave do livro do Apocalipse. Alguma coisa intensa aconteceu com o estudioso e crente que eu era. O livro da Bíblia que eu achava mais desconcertante – o do Apocalipse – agora elucidava as idéias mais fundamentais de minha fé: a idéia da aliança como elo sagrado da família de Deus. Além disso, a ação que eu considerava a maior das blasfêmias – a Missa – agora se revelava o acontecimento que ratificou a aliança de Deus: “Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança”.
Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Durante anos tentei compreender o livro do Apocalipse como uma espécie de mensagem codificada a respeito do fim do mundo, a respeito do culto no Céu distante, a respeito de algo que, em sua maioria, os cristãos não poderiam experimentar aqui na terra. Agora, depois de duas semanas de comparecimento diário à Missa, eu me via querendo levantar durante a liturgia e dizer: “Ei, pessoal. Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8. Agora mesmo vocês estão no Céu”.
No Céu agora mesmo! Os Padres da Igreja mostraram que essa descoberta não era minha. Pregaram a respeito há mais de mil anos. Entretanto, eu estava convencido de que merecia o crédito pela redescoberta da relação entre a Missa e o livro do Apocalipse. Então descobri que o Concílio Vaticano II tinha me passado para trás. Reflita nestas palavras da Constituição sobre a Sagrada Liturgia:
Na liturgia terrena, antegozando, participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda a milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na Glória.
Espere um pouco. Isso é Céu. Não, isso é a Missa. Não, é o livro do Apocalipse. Espere um pouco: isso é tudo o que está acima.
Esforcei-me bastante para ir devagar, cautelosamente, com o cuidado de evitar os perigos aos quais os convertidos são suscetíveis, pois eu estava depressa me convertendo à fé católica. Contudo, essa descoberta não era produto de uma imaginação superexcitada; era o ensinamento solene de um concílio da Igreja Católica. Com o tempo, descobri que era também a conclusão inevitável dos estudiosos protestantes mais rigorosos e honestos. Um deles, Leonard Thompson, escreveu que “até mesmo uma leitura superficial do livro do Apocalipse mostra a presença da linguagem litúrgica disposta em forma de culto… A linguagem de culto desempenha importante papel na coerência do livro”. Bastam as imagens da liturgia para tornar esse extraordinário livro compreensível. As figuras litúrgicas são essenciais para sua mensagem, escreve Thompson, e revelam “algo mais que visões de ‘coisas que estão por vir’”.
O livro do Apocalipse tratava de Alguém que estava por vir. Tratava de Jesus Cristo e sua “segunda vinda”, a forma como, em geral, os cristãos traduziram a palavra grega parousia. Depois de passar horas e horas naquela capela de Milwaukee, em 1985, aprendi que aquele Alguém era o mesmo Jesus Cristo que o sacerdote católico erguia na hóstia. Se os cristãos primitivos estavam certos, eu sabia que, naquele exato momento, o Céu tocava a terra. “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”.
A partir daquele ponto da Missa, fiquei, por assim dizer tolhido. Não imagino uma emoção maior do que aquelas palavras provocaram em mim. Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir: Santo,Santo,Santo, Senhor Deus do Universo…
Meu Deus,eu que estudara o Apocalipse durante 20 anos,entendia muito bem o que estava acontecendo ali… o Céu baixava-se naquele local para celebrar com os católicos!
Mais aturdido ainda fiquei quando ouvi toda assembléia proclamar: 'Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós… Dai-nos a Paz!', e o sacerdote responder: 'Eis o Cordeiro de Deus; eis Aquele que tira o pecado do mundo!'
Em menos de um minuto a frase 'Cordeiro de Deus' ressoou quatro vezes. Graças aos longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é sempre chamado Cordeiro. Estava na Festa de Núpcias que João descreve no Apocalipse. Estava diante do Trono do Céu, onde Jesus é saudado para sempre como Cordeiro. Entretanto,eu não estava preparado para isso – EU ESTAVA NA SANTA MISSA DO SENHOR!
Voltei à Missa no dia seguinte, e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu descobria mais passagens das Escrituras consumadas diante de meus olhos.
Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros padres e bispos da Igreja, haviam feito a mesma descoberta que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da Liturgia. Alguma coisa intensa acontecia com o estudioso e crente que eu era. ALÉM DISSO, A MISSA, QUE EU ACHAVA A MAIOR DAS BLASFÊMIAS, agora se revelava no acontecimento que ratificou a Aliança com Deus: 'Este é o Cálice de meu Sangue…'
Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Em meio a crianças chorando e correndo dentro da igreja, para cá e acolá; em meio a um coral destoado nas vozes; em meio a mulheres vestidas como se fossem para a praia, o Céu se une com os católicos para celebrarem o Banquete do Cordeiro.
Depois de duas semanas de comparecimento diário à Missa, eu me via querendo levantar durante a Liturgia e dizer: “Ei pessoal! Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8; agora mesmo vocês verão que estão no Céu!”.
Verdadeiramente me converti à Igreja Católica, e descobri que os padres é que descobriram toda essa riqueza, e não eu. Descobri que o Concílio Vaticano II tinha me passado para trás, quando diz: 'Na Liturgia terrena, antegozando, participamos da Liturgia Celeste, que se celebra na Cidade Santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita do Pai, Ministro do Santuário e do Tabernáculo verdadeiro; com toda Milícia do Exército Celestial entoamos um hino de Glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na Glória'."
sábado, 15 de outubro de 2011
Coroinha mulher? Catedral proíbe Acólitas para que haja maior vocação sacerdotal entre os coroinhas.
O pároco da catedral da diocese de Phoenix (EUA), Pe. John Lankeit , veio a público recentemente para justificar a sua medida em relação aos jovens que servem como acólitos na igreja principal da diocese. Pe. Lankeit resolveu que todos os acólitos deverão ser do sexo masculino.


"Se você ol
har ao redor da Igreja - e eu estou falando sobre a Igreja em geral - se você olhar para dioceses, se você olhar para as ordens religiosas e para paróquias onde há um respeito sobre a distinção e a complementaridade do homem e da mulher, você verá as duas vocações florescem ", afirmou o padre ao jornal diocesano. "E quando falo em duas vocações estou falando da sacerdotal e da vida consagrada".
har ao redor da Igreja - e eu estou falando sobre a Igreja em geral - se você olhar para dioceses, se você olhar para as ordens religiosas e para paróquias onde há um respeito sobre a distinção e a complementaridade do homem e da mulher, você verá as duas vocações florescem ", afirmou o padre ao jornal diocesano. "E quando falo em duas vocações estou falando da sacerdotal e da vida consagrada".O padre vem enfrentando algumas dificuldades para colocar sua estratégia em prática e restaurar o antigo costume da Igreja em ter apenas acólitos do sexo masculino servindo. Muitos estão tratando o tema como uma questão de preconceito sexual, de sexismo.
"Se a questão é abordada apenas do ponto de vista emocional, posso entender por que as pessoas ficam chateadas, porque eles estão olhando para essa questão em termos de uma questão de direitos - e eles estão interpretando-a de tal forma como se os direitos de alguém estivesse sendo negado ", disse ele.
Pe. Lankeit apontou casos similares onde houve um crescimento substancial no número de vocacionados após a adoção de medidas similares. Uma paróquia em Ann Arbor, Michigan, que alcançou um número impressionante de 22 vocacionados após a reserva do serviço do altar apenas para homens. Ele também mencionou a diocese de Lincoln.

Em defesa do Pe. Lankeit surge o diretor de vocações da diocese de Phoenix, Pe. Paul Sullivan, que afirmou nunca ter ouvido uma religiosa falar que sua vocação surgiu no altar. Para Pe. Sullivan o serviço feminino no altar não aumenta o número de vocações religiosas. "A paróquia que eu sei que tem as maiores vocações femininas não tem mais acólitas ... Eu nunca conheci uma menina que afirmasse: 'eu encontrei a minha vocação ao servir o altar", afirmou Pe. Sullivan.
" Graças a Deus algum padre com Juízo, eu fui acólito na matriz e a vocação cresceu no altar, mas quando se tem meninas do lado agente se sente igual a elas e então não se sente ao pé do sacerdócio, e sim de uma coisa comum que mulher também pode!" (Márcio Júnior)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Venerar imagens?
Uma frase de São Jerônimo nos explica sobre a veneração das imagens, e das relíquias sagradas dos santos:
"Não Rendemos culto e não adoramos, por temor de fazê-lo, às criaturas ao invés do Criador, mas veneramos as relíquias dos mártires (santos) para lhe adorar mais a Ele, Deus, dono e Senhor dos mártires (santos)."
São Jerônimo
Depois Diz que católico tá errado:
"Não Rendemos culto e não adoramos, por temor de fazê-lo, às criaturas ao invés do Criador, mas veneramos as relíquias dos mártires (santos) para lhe adorar mais a Ele, Deus, dono e Senhor dos mártires (santos)."
São Jerônimo
Depois Diz que católico tá errado:
Ana Paula Valadão (Cantora Protestante) prostrada em Frente a Imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo no Jardim do Get-semani . (veneração)
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